| “Eles têm o nível
de qualidade do Cirque du Soleil. São incríveis,
muito bem preparados, com técnica bastante
apurada”.
Marília Pêra
– atriz. em
entrevista à revista Caras, edição
720, ano 14, n° 34
"Para mim, o Tholl foi uma das boas surpresas
de 2007. Fiquei muito impressionado com a riqueza
de detalhes, concepção e, principalmente,
a paixão de cada um dos componentes, começando
pelo João.. Parabens."
Luciano Huck –
apresentador do Caldeirão do Huck –
Rede Globo
“Com apoio, o grupo poderá
ser um segundo Cirque du Soleil. Competência
eles têm”.
Ray Young
– presidente
da General Motors do Brasil.
“O segredo, o diretor desse grupo
sempre soube qual é: integração.
João Bacchili foi mestre em transformar
indivíduos num grupo, ginástica
em arte, pessoas em seres humanos, Tholl em sonho.
Mas nisto ele falhou. O Tholl é realidade”
Joice Bruhn
– diretora
do Patrola/RBSTV, além de ter sido roteirista
e diretora também do Especial da RBS que
rodou dia 10 de dezembro do ano passado, e que
"acidentalmente" Luciano Huck assistiu
em Porto Alegre, convidando, após, o Thol
para abrilhantar o Caldeirão.
“O espetáculo é de
extremo bom gosto e competência; bastante
diversificado e não perde em nada para
o famoso “Cirque du Soleil” , misturando
o clássico e o contemporâneo. Na
platéia sente-se a preocupação
com a qualidade da apresentação,
figurino, cenário, etc...As músicas
vão se alternando entre o clássico
e o contemporâneo, o cenário brinca
com o real e o imaginário no próprio
palco, fazendo assim constantes idas e voltas
a um mundo totalmente fantástico, da infância,
da magia e da brincadeira. É como se o
adulto voltasse a ser criança por alguns
momentos”.
Daniela Simões Lopes
– professora,
arquiteta e artista visual, formada pela Universidade
Federal de Pelotas.
"A impressão que se guarda
desse espetáculo inesperado, surpreendente
e maravilhoso, sob toda e qualquer ótica,
é simplesmente de grandeza adequada. Explico:
por vezes, assiste-se a um trabalho grandiloquënte,
mas no qual a gente gostaria de encontrar um pouquinho
mais de humildade. Em "Tholl", ao contrário,
tudo é tão preciso, tão bem
acabado, tão cuidadoso, tão dedicado,
tão exato, que qualquer mudança
lhe faria falta, inclusive sua grandiloquëncia.
Há uma espécie de deliberada procura
pelo majestoso e majestático: nos inexcedíveis
figurinos de João Bachilli; nas cabeleiras
ostensivamente falsificadas, mas alegres, e que
traduzem com enorme fidelidade o espírito
que anima o grupo: dedicação, alegria
e entusiasmo que querem transmitir a todos os
seus espectadores. A trilha sonora é extremamente
bem editada e selecionada. O espetáculo,
foi pensado enquanto espetáculo cênico.
Assim, cada cena se encadeia com naturalidade
na outra.
De agora em diante, cada vez que falarem no Circo
da China, nos espetáculos acrobáticos
europeus ou em ginastas norte-americanos, eu vou
ter um termo de comparação: chegará
perto do nosso "Tholl"?”
Parte de artigo do ex-governador
Antonio Hohlfeldt
– publicado
no Jornal do Comércio – Porto Alegre/RS,
edição de 17 de maio de 2005 –
nº 194 – Ano 72 - Caderno Panorama
– pg. 8
“Assisti a um espetáculo majestoso:
Tholl. Entrei no teatro. Comprei o último
ingresso; sentei no único lugar disponível.
Em seguida se abriram as cortinas do palco. Música,
luzes, acrobatas, atores, atrizes, cenário,
guarda-roupa, ritmo, energia: um mundo de magia
dança ante nosso olhar, dança para
todos os olhos. Lindo! A emoção
toma conta da platéia que se manifesta
através dos “bravo!”, dos aplausos
entusiasmados. A performance é perfeita.
Das gargalhadas à garganta embargada, assiste-se
a Tholl com os olhos arregalados, o coração
feliz, a intenção íntima
de que aquela noite seja eterna! Mas... lástima...
é chegada a hora de o show terminar...
Arte, harmonia, competência, desempenho
exímio, desafio, encantamento: tudo isso
é Tholl e mais tantas outras impressões
cujas palavras não conseguem expressar
o bailado que Tholl faz dentro de nós.
Parabéns aos criadores de Tholl! Felizes
estamos todos que vivemos com Tholl o prazer da
arte”.
Lígia Antunes Leivas
– Membro do
Conselho Editorial da Universidade Federal de
Pelotas e da Academia Sul-Brasileira de Letras.
Integra o Centro Literário Pelotense, a
Casa Brasileira de Cultura; a Academia Sul-Brasileira
de Letras e o Colegiado Acadêmico do Clube
dos Escritores de Piracicaba (SP).
“A expectativa com o grupo Tholl
determinou o aumento do número de apresentações
no Theatro São Pedro na temporada que se
encerra hoje. O grupo de jovens, que representa
com talento a criatividade e fantasia da nova
geração de Pelotas,tem sido aplaudido
com entusiasmo pelo público que, ao término
dos espetáculos, levanta para festejar
os artistas. Tanto pelo lado circense como pela
atmosfera romântica e colorida, as apresentações
fazem lembrar as criações poéticas
de Federico Fellini. Eva Sopher, que é
fã de carteirinha do grupo, comenta seu
entusiasmo e emoção a cada sessão
a que assiste.João Bachilli e os participantes
do Tholl despedem-se depois de uma temporada de
sucesso completo. A partir de amanhã, o
grupo começa nova turnê por várias
cidades brasileiras”.
Paulo Gasparotto
– jornalista –
comentário feito no jornal O Sul/Magazine
– edição de 10 de junho de
2007
"THOLL, IMAGEM E SONHO nos leva ao verdadeiro
significado da frase proposta acima. O grupo trabalha
com sincronismo ideológico, liderança
marcante e participação de todos
seus membros em todas as fases desse processo
criativo. É sem dúvida um exemplo
bem-sucedido do resgate social que a arte pode
oferecer. Deus abençoe estes jovens corações
cheios de puerilidade e esforço artístico
sério. Parabéns e obrigado pelo
exemplo!!!!”
Sérgio Sisto
–
maestro da SPMM - Pelotas/RS
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